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E aos poucos vou me desfazendo, jogando fora; desapegando

by setembro 05, 2018

Pessoas vão chegando e tomando espaço, sonhos começam a se realizar, outras ocupações vêm demandar teu tempo; e tudo o que hoje você vê ao olhar para trás parece ter sido efêmero, distante apesar da quantidade de dias: sorrisos, decepções, amizades intensas, momentos de alegria, as lágrimas, as frustrações, alguns sonhos - tudo se condensa em um segundos de lembranças que são visitadas raras vezes. 

O tempo passa, e as prioridades apenas são outras. 
O presente, agora, é prioridade.

Resquícios ainda ficam. Algumas lembranças físicas. Ficam sintomas. E aos poucos vou me desfazendo, jogando fora; desapegando. Outros, eu emolduro, guardo, para lembrar de onde vim e de que eu era/como eu era...

É engraçado como o enredo da vida acontece - você nunca sabe o que vai acontecer. E quando menos espera, você está onde jamais um dia imaginou que estaria, você tem um sorriso do teu lado que você jamais imaginou que antes, e começa a ter noção do seu real tamanho dentro desse esquema louco.

Mas e uma coisa eu tenho certeza. Tudo é passageiro. Das coisas boas às ruins. Não vanglorizo tanto as conquistas, tendo-as como garantidas, por exemplo. Mas claro que elas me deixam muito feliz. Apenas não vale a epena se apegar. Tudo tem seu prazo de validade. 

Possessividade pra quê? Materialismo pra quê? Ciúmes por quê? Nenhuma força, independente da intensidade, que eu lance sobre as coisas, sobre as pessoas, sobre as circunstâncias, irá fazer com que durem para sempre. Está simplesmente fora da minha mera condição humana. 

Contudo, a fé na vida e em Deus nunca me deixou me abater pelas repentinas surpresa que venho constatado da vida. 

Eu honestamente não sei aonde eu queria chegar. Apenas emergiu o que sinto com relação a tudo isso. 

#Gratidão e #Alegria caberiam bem como descrição para o que sinto nesse momento. Amo vocês.

Dito isso, apenas Obrigado :)

O blog Papicher ficará no ar até o dia 14/10/2018



E no fim do dia, quero mesmo é sentir orgulho da pessoa que me tornei.

by agosto 04, 2018

E no fim do dia, o que eu quero mesmo é sentir orgulho da pessoa que me tornei. Eu quero me orgulhar de todo amor que dei, e da maneira corajosa em que sempre arrisquei meu coração, mesmo depois de tudo que ele já passou. Quero me orgulhar por ter me esforçado para demonstrar a todos que amo, que eu realmente me importo. Quero ter a certeza de que fiz minha parte, para deixar esse mundo complexo um pouco menos caótico, pelo menos para alguém, nem que seja apenas por um dia. Quero ter orgulho por ter me curado, por ter errado, aprendido e evoluído.

Quero me orgulhar de ter sentido tudo intensamente, mesmo quando os meu sentimentos me assustaram ou machucaram. Quero me orgulhar de crescer e viver com dignidade. Quero me orgulhar de ter deixado algumas pessoas irem embora, quero me orgulhar de ter me permitido ir embora, até de mim mesma, sempre que achei necessário. No fim do dia, eu só quero poder dizer que vivi minha vida, e mesmo com todos os desafios e dificuldades, eu sobrevivi. Eu quero me orgulhar da vida que batalhei para ter. Na verdade eu prometo me orgulhar de cada lágrima derramada, de cada vitória, e de cada vez que me levantei mesmo depois dos tombos mais feios. E para poder me orgulhar de tudo que vivi, eu prometo nunca desperdiçar um dia sequer, pensando nas derrotas, nas tristezas e nas dores. Eu prometo dar tudo de mim, o melhor de mim, para poder olhar para trás, sempre, com orgulho da minha vida, e de quem eu me tornei.

❤️ #wandyluz #boanoite




Sobre o Autor: 
Wandy Luz   Colunista e Apresentadora. Moro em Londres há 11 anos. Tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou abençoada demais para ser ingrata. Sitewww.wandyluz.net 

              


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O coração não se parte se você for inteiro

by julho 08, 2018


Encha-se de amor para não depender de ninguém para reabastecê-lo em seu coração. Encha-se de amor para dar amor a quem te devolve isso em dobro.

Encha-se de amor para amar quem não merece. Sim! Seja nobre e não leve a vida a pau e pedra, você não precisa disso. Adoce sua alma e não deixe a amargura crescer, não a alimente de mágoas, rancores e afins. Não perca seu tempo planejando vingança, invista seu tempo amando.

Ame sem moderação, mas não condicione sua felicidade única e exclusivamente ao fato de ter ou não o ‘tal grande amor’

Mas como controlar, quando de repente aquela pessoa especial chega do nada e se instala em sua vida?Você vive feliz e tranquilamente até essa “tal” pessoa aparecer.

E a partir do momento em que a encontra, é como se precisasse dela para continuar a viver. Por esse motivo, muitas pessoas levam anos para se curar de um ‘desilusão  amorosa’.

E o que eu, você, ele, ela, enfim, nós, não entendemos, é que somos os únicos responsáveis e donos do nosso destino. Entregue-se às dores e delícias de um amor, uma paixão, um lance, ou seja lá o nome que você queira dar aos seus sentimentos.

Mas não se torne dependente da outra pessoa!
Proteja-se e ame a si mesmo, mas seja também  capaz de viver o momento, de se jogar, de mergulhar de corpo, alma e coração. Mas e se por acaso não der certo ? E se eu me jogar e cair?

Aí você levanta, sacode a poeira, e mesmo com o coraçãozinho ferido, continua sua caminhada, consciente de que a vida tem lá seus altos e baixos.

Momentos felizes e tristes, decepções, tristezas, alegrias e conquistas, tudo isso faz parte do script da vida, onde temos a chance de nos reinventar quando acharmos propício.

Não importa o que aconteça, existe sempre um outro dia, um outro sorriso, uma nova chance de fazer e ser diferente.

O amor é isso, eternidade em segundos, sussurros que arrepiam a alma, abraços que trazem calma. Felicidade que nos devolve a paz.

Seu coração é inteiro, e o que pode se partir são os sentimentos. Sentimentos são expressões do nosso ser, do nosso espírito, são reflexos de tudo aquilo que somos.

Sentimentos podem ser restaurados, e o nosso coração é que promove a cura, nosso coração é o nosso guia e ele só para quando a eternidade nos convida a partir.

Então, não, ninguém parte o seu coração, ninguém é digno disso.




Sobre o Autor: 
Wandy Luz   Colunista e Apresentadora. Moro em Londres há 11 anos. Tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou abençoada demais para ser ingrata. Sitewww.wandyluz.net 

              



Quando tudo dá errado, é momento de se recolher

by julho 07, 2018


A vida sempre me manda recados.

Raramente acontece, mas há momentos na minha vida em que tudo dá errado. 

Se eu me comprometo com determinado valor à risca, meu inconsciente sempre me acusará quando eu desviar, mesmo que um pouquinho, da estrada.

Meus valores são minhas estradas na vida. Eles têm grandes contribuições no que um dia serei e aonde chegarei.

Nesses momentos em que tudo dá errado, eu até demoro um tempo para acreditar que isso tudo está realmente acontecendo, até que eu constato aonde eu tenho errado para ter acarretado neste resultado.

Nessa perspectiva, eu imediatamente faço uma relação com a Torre, do Tarô, a qual basicamente nos diz: se tua casa está bem alicerçada, usufrua dela. Mas, esteja ciente de que, se caso ela não esteja, terá de lidar com a queda. E a queda pode ser forte.

Não adianta deixar para lá. Comigo isso não funciona. É o mesmo que esconder sujeira debaixo do tapete até que uma hora fique cheio e insuportável de tolerar.

Encaro esses momentos como um convite para colocar tudo em ordem, fazer minha avaliação, conserta o que foi feito; fortificando assim o meu compromisso com os meus valores e legitimando a minha competência sempre que possível.

Jamais devo ser corrupto para comigo mesmo. Isso pode me causar um estrago muito penoso.

Se fizer tudo certinho, não tem como dá errado.

Aonde você foi displicente, aonde errou, abre-se uma brecha para as coisas darem errado.

Quando tudo estiver errado, eu individualmente irei pausar tudo, me recolher e refletir: o que eu tenho feito de errado? Como eu tenho me comportado? O que eu estou sentindo de negativo? Por que?



É bom sentir intensamente

by junho 24, 2018

Já comprovei para mim mesmo que sou uma pessoa sensível.

Eu sempre fui muito observador, a ponto de empregar sentimentos a tudo que  me cercava. 

Ser sensível, na minha concepção, é ser capaz de estabelecer contato com tudo a meu redor. É você interpretar a beleza daquilo que muitas vezes é intraduzível. É conseguir enxergar o belo naquilo que, para muitos, é imperceptível. É estar constantemente conectado a tudo e a todos. É ser capaz de sentir as pessoas, as palavras e o tom velado em cada uma delas.

São muitas emoções. São muitos detalhes. Muitas informações.

Tenho a impressão de que tudo se auto multiplica por mudarem constantemente, e sou capaz de enxergar e interpretar tais alterações – um determinado lugar nunca será igual ao que foi ontem. 

Simplesmente emergem sensações vindas de tantas direções que eu as vezes não sei especificar de onde vêm. 

E eu vou captando-as, saboreando-as. Elas podem, contudo, me trazer paz ou amargar a alma, e podem até envenenar. 

Já as emoções que partem de mim, emergem sem filtro. Eu retruco, esperneio. Sentir tudo intensamente (ser sensível), para quase todos, conota sofrência. E eu sem dúvidas acho que isso é algo inevitável.

A decepção, a perca, a frustração, um dia vêm bater na nossa porta, mandadas pela vida no intuito de nos ensinar. A vida não é tão agradável como gostaríamos. 

Contudo, ser sensível também implica em viver mais. Viver com mais sabores, mais cores. Legitima que você está vivo, independentemente das razões por detrás das emoções. 

Ser sensível pode doer. Mas sinto mais e vivo mais. 

Ultimamente meu coração tem sido edificado com muitas emoções boas. Às vezes, simultaneamente em sincronia com outras que me doem. Geralmente, estas vêm do passado, de memórias ainda muito frescas, de pessoas, e, no final, me deixam com a garganta apertada para não escapulirem em forma de lágrimas.

Daí, tudo de que eu preciso, é me render.

As emoções me condicionam. São como o que o fogo faz para com uma folha de papel. Quando estou muito quente, fico à flor da pele; eu queimo

Mas é um efeito muito breve. 
Eu posso chorar, rir, espernear.
Qualquer coisa, nessas horas, pode servir de motivo. 
É como um pedido do peito, da alma. 
E como isso alivia... 

E assim como as cinzas que surgem da chama, posteriormente eu também fico mais leve.





Sobre o Autor: 

Leone Brave   
23 anos. Professor. Idealizador do blog Papicher. Leonino.  De tudo que tenho na minha vida; música, aprender e livros são minhas paixões! Mais do que isso, poder compartilhar tudo o que eu tenho aprendido até aqui. Apaixonado pela vida., I make myself .

              



Meu Porto seguro que se chama "Eu mesmo"

by junho 23, 2018

Recentemente me dei conta de que preciso encontrar um Porto seguro em mim mesmo. E só serei esse porto seguro quando eu aprender a ser uma pessoa forte. E, para que eu aprenda a ser forte, acredito que preciso viver, errar e aprender

Mas aprender através do amor, sempre que possível. 

O coração parte, uma decepção atinge, e me pergunto se posso fazer algo para conseguir pular para fora dessa tristeza que fica nos espremendo e fica flutuando sob nossas cabeças. 

Procure fazer algo que te faça feliz hoje”, imediatamente penso. 
Alguma coisa pode? Às vezes, acho que não. 

Às vezes, nessas horas, tudo o que se pode fazer é esperar que cicatrize por si só. E o remédio para essa ferida? O tempo

Toda e qualquer tipo de ferida leva tempo para se curar. Leva tempo. E eu, querendo ou não, apenas mergulho dentro dela, vivo e sinto a dor, porque é simplesmente impossível evitá-la ou fingir não sentir, fingir que a ferida não está ali: a dor, vez ou outra, sempre emerge para me fazer lembrar. 

E por mais que doa muito, eu já aprendi que passa. Vai passar. Mas, enquanto isso, apenas caio em negação e tudo perde o sentido. E a única vontade que tenho nessas horas é de correr sem parar. Fugir. Abandonar. Tentar apagar da mente, o que, se possível, seria maravilhoso, porque tem vezes que é simplesmente impossível resolver certos tipos de sentimentos com uma solução simples, qualquer, como “fazer algo que me fará feliz hoje”

Então, constato que eu preciso ser o meu Porto seguro.

Não me refiro a ser um Porto seguro no sentido de ser frio, insensível, mas ser um porto seguro no sentindo de “estou aqui, vamos atravessar isso juntos, e está tudo bem”. 

Um Porto seguro no sentido de ser independente e não precisar me encostar no outro para me sentir feliz. Se eu estiver com alguém, que seja por opção e jamais por necessidade ou carência. 

Um porto seguro no sentido de ser autossuficiente e estar com uma pessoa para que assim eu possa somar ou transbordar, não para completar a mim ou vice-versa. 

Um Porto seguro no sentido de não delegar ao outro a responsabilidade pela minha felicidade uma vez que serei completo

Eu vou superar. 
Vou dar a volta por cima. 

____________
Volto aqui, 4 meses depois, para comprovar que superei e dei a volta por cima. 
Tudo passa. 

Acalma esse coração. 
Vai passar.
Confia

Texto por Leone Brave




Sobre o Autor: 

Leone Brave   
23 anos. Professor. Idealizador do blog Papicher. Leonino.  De tudo que tenho na minha vida; música, aprender e livros são minhas paixões! Mais do que isso, poder compartilhar tudo o que eu tenho aprendido até aqui. Apaixonado pela vida., I make myself .

             




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